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Projeto Corrente Literária Colégio Estadual Sebastião Alves Ferreira em Maurilândia-GO

Diretora: Cláudia de Sessa
Professora: Priscila Marques

Em uma aula de Língua Portuguesa desenvolvida no Colégio Estadual Sebastião Alves Ferreira, os alunos receberam um livro literário novo, o que chamou bastante a atenção da professora pelo entusiasmo que os alunos ficaram ao terem em mãos o livro: O diário de Anne Frank. A partir desse momento, a reação serviu de inspiração a docente para o desenvolvimento de um projeto que abarcasse o gosto pela leitura remetendo a referida a uma visão mais global da atualidade. Afinal, é por meio da leitura de livros que são formados cidadãos críticos, reflexivos, capazes de interpretar a realidade com autonomia e participar ativamente da sociedade.
Portanto, analisando o contexto escolar que até aquele momento era permeado de um alunato totalmente desmotivado para o exercício da leitura, mesmo com a escola possuindo um vasto acervo literário, percebia-se que os alunos não se interessavam em aventura-se no campo leitura. Sendo assim, com a necessidade de despertá-los para a leitura de forma rica e prazerosa, coube a professora Priscila Marques transformar as aulas de Língua Portuguesa em um momento mais atrativo. Sendo assim, foi criado o projeto Corrente Literária, dirigido pela professora Priscila e orientado pela tutora Luiza Helena de Faria e pela diretora Cláudia de Sessa.
O projeto foi desenvolvido com turmas dos segundos e terceiros anos Ensino Médio. As etapas da realização formam quatro. Assim, primeiramente os alunos fizeram a escolha dos livros de sua preferência, o que os deixou autônomos para o desenvolvimento da atividade. Na segunda etapa, os discentes produziram resenhas dos livros adotados para a leitura. As resenhas foram basilares para produção dos vídeos na terceira etapa dessa ação escolar. Portanto, com as resenhas redigidas, os alunos produziram os vídeos e a partir desse momento, os discentes começaram a compartilhar seus acervos vídeos literários.
A partir daí,o projeto começou a ganhar dimensão social. As gravações foram enviadas a docente por meio de WhatsApp e e-mail, o que coube a professora escolher os vídeos com melhores arguições para serem compartilhados em blog denominado Corrente Literária e também em um Instagram @literariacorrente desenvolvido pela mesma.
Com o a criação de uma videoteca, a professora passou a convidar pessoas do contexto e escolar e social, para que fizessem vídeos e compartilhassem as gravações com os alunos, no intuito de promover a leitura. Nos cabe ressaltar que na troca desses vídeos, tivemos vídeos de feitos no Piauí, Uberlândia, Uberaba e também recebemos vídeos de outro país, a saber: Irlanda. De Uberlândia, um professor enviou um vídeo em LIBRAS, o que promoveu a acessibilidade.
Desse modo, também estendemos o projeto a temas transversais, como racismo, preconceito de gênero, dentre outros. E assim, aprendemos que toda ação não só nos transforma como também transforma sociedade. Quando promovemos o projeto, a mudança ocorreu no aluno e repercutiu em todos à sua volta. Sendo assim, com intuito de mover mais unidades escolares para o desenvolvimento dessa ação resolvemos publicá-la para que mais professores possam motivar-se para desenvolvimento de ações que transforme não só o aluno, mas a sociedade.

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