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Governo prorroga isolamento em Goiás, mas decreto libera feiras e cartórios

Entre as atividades liberadas estão também autopeças e o retorno das atividades administrativas das instituições publicas e privadas

O governo de Goiás estendeu por mais 15 dias a paralisação das atividades consideradas não essenciais no Estado, em conformidade com as medidas tomadas pelo mundo para conter o novo coronavírus. O antigo decreto, que venceria no próximo domingo (05/04) se estenderá até o dia 19 de abril.

O suplemento, divulgado na tarde desta terça-feira, pelo governador Ronaldo Caiado (DEM), mantem ambientes onde possa gerar aglomerações de pessoas fechados, como bares, restaurantes, lanchonetes, academias, cinemas, igrejas e distribuidoras de bebidas.

A ressalva são restaurantes e lanchonetes dentro de postos de combustíveis localizados à margem de rodovias, assim como oficinas e borracharias nestas áreas, afim de atender os caminhoneiros e motoristas.

Estabelecimentos como shopping centers, camelódromos, clubes recreativos, teatros, casas noturnas e até mesmo áreas de lazer comum em condomínios deverão permanecer fechados nos 15 dias de prorrogação do novo decreto. Entre as atividades liberadas estão autopeças, feiras livres e cartórios.

Com relação às feiras de hotifrutigranjeiros, será vedada o consumo de produtos no local e a disponibilização de mesas e cadeiras aos frequentadores.

O novo decreto libera também a abertura de escritórios de profissionais liberais, contudo, será proibido o atendimento ao público. O texto também prevê o retorno das atividades administrativas das instituições publicas e privadas.

O governador garantiu intensificar a fiscalização sobre o cumprimento das regras, já que muitas empresas teimam em descumprir as normas e já estão funcionando com meia porta aberta e outras ameaçam voltar às atividades de qualquer forma.

Nos próximos 15 dias de quarentena, definidas pelo novo decreto, só poderão funcionar atividades de prestação de serviço de saúde, no caso de tratamentos que não podem ser suspensos ou adiados, por colocarem a vida e a saúde do paciente em perigo. São eles: atendimentos de pré-natal e parto, doentes crônicos, revisões pós-operatórias, controle de dor e disfunções orgânicas, diagnósticos e terapias em oncologia e psiquiatria.

Também continuarão a funcionar estabelecimentos que estejam produzindo equipamentos e insumos para auxiliar no combate à Covid-19.

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