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Amarildo, o rei do apito em Rio Verde

Ele está vencendo pelo esforço, humildade e fé na vida numa profissão mais polêmica do mundo. Amarildo Ferreira é nascido em 20 de novembro de 1985, filho de José Ferreira Mota e Coraci Martins Ferreira. Tem em Valéria Vieira uma bela namorada e se dá bem muito com ela.

Depois de jogar bola até 2011 começou sua carreira na arbitragem. Fez um curso intensivo em Goiânia com 4 aulas por semana na Academia da Polícia Militar. Passou nos testes físicos e teóricos. Seu primeiro jogo pela FGF foi numa final feminina em 2012. Hoje para ele tanto faz uma partida na final de um jogo no campo da Vila Promissão, Bairro Martins ou no Serra Dourada. Agradece ao amigo Wanderson Silva Mateus, o Damangueira, pelo apoio no início de carreira. Amarildo trabalhou com Elmo Resende, André Castro Sampaio e outras feras do apito. Bacharel em Ciências Contábeis, se tornou um rei da arbitragem em Rio Verde, interpretando bem as regras do esporte bretão. Apitou na Terceira Divisão no jogo Inhumas e Quirinópolis. É amigo de outros árbitros como Marciano, Rafael Maia, Gabriel Maia, Rogério Cabral, Romeu e uma fila de bandeirinhas. Apitou um clássico em Anápolis na categoria Sub 20 e se saiu bem. Ainda apitou um jogo entre Goiás e Vila Nova, aplicando apenas um cartão amarelo na categoria Sub 18. No ano de 2019 apitou pela Segunda Divisão o jogo Morrinhos e Jaraguá. Ele é chamado de Sidrack Marinho de Rio Verde, em comparação com o consagrado arbitro. Assim como Arnaldo César Coelho não podia apitar uma final de Copa do Mundo com o Brasil presente, o Amarildo não pode apitar jogo da Segunda Divisão envolvendo o Rio Verde. Ele filosofa, dizendo que juiz no futebol deve ser igual sal na comida, quanto menos aparecer, melhor. Trabalhando numa profissão muito discutida, ele avisa que sua mãe vai bem, obrigado. Sabe interpretar bem as leis e ama seu trabalho. Confessa que os testes físicos são extensos para manter a forma na arbitragem. Para ele tanto faz apitar um jogo na Terceira Divisão quanto a final do Campeonato do Erinho, no Bairro Martins. Lembra que a escala de árbitros sai toda quinta-feira e viaja com seu carro para cumprir seus compromissos. Apitar, orientar, aplicar a lei é a rotina desse homem que tem carisma e sabe ser rígido no momento certo. Seja no Futsal ou no futebol de campo a sua competência é a mesma, tornando a regra mais clara. Apitou jogo no Sub 13, 17 e 18 pela FGF. O menino que jogava bola, fez um curso de arbitragem durante seis meses e hoje sabe interpretar bem as regras. Foi aluno do Damangueira, mas parece que hoje superou o mestre. Com 8 anos de apito, sabe que o juiz no futebol é tão importante quanto o craque do time, embora o juiz ganhe por jogo. Revela que o árbitro de vídeo veio para ficar, mas precisa ser valorizado, já que seu erro e acerto pode decidir um campeonato.

Amarildo Ferreira, o rei da arbitragem em Rio Verde, o homem que erra pouco e nem me revelou para que time torce. No Bairro Martins ou Serra Dourada cumpre seu papel de gerenciar os jogadores em campo. As regras mudam, mas se atualiza e é respeitado em campo. Com seu físico invejável, faz um bom trabalho e é notícia como Gente em Destak. Pode isso, Amarildo?

Sobre José Carlos Vieira (Lela)

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