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“Minha vida sempre foi trabalhar em prol da defesa dos empregos, e da geração de oportunidades.”

ENTREVISTA COM TCHEQUINHO, PRÉ-CANDIDATO A DEPUTADO FEDERAL (MDB)

Por Vanderli Silvestre.

Quem é Tchequinho?
Tchequinho é pré-candidato a deputado federal por Goiás, nascido em Rio Verde, técnico em agropecuária, zootecnista. Fui líder classista na produção de leite, na defesa dos produtores de leite e foi o que me levou a participar do Sindicato Rural, onde fui vice-presidente, ao lado do então presidente Dr. Juraci Martins, fui diretor da Associação Comercial e Industrial de Rio Verde para depois como secretário de agricultura buscar investimentos para Rio Verde, como foi o caso da vinda dos investimentos da Perdigão, hoje BRF, que transformou a região, agregando valor na produção primária, gerando mais 20 mil empregos diretos e indiretos, seja no campo ou seja na cidade, e a partir daí nós conseguimos também ajudar atrair outras empresas de suporte a esse grande projeto.
Daí em diante nossa vida foi trabalhar em prol da defesa dos empregos, da geração de oportunidades. Como executivo dessa empresa, trabalhamos em outras cidades como Mineiros, Jataí, Cachoeira Alta e nos estados do Mato Grosso, Pernambuco, Rio Grande do Sul ou seja, no Brasil todo e há sete anos eu lidero como diretor executivo uma associação de indústrias de Goiás, onde contamos com várias indústrias de Rio Verde e que são grandes geradores de empregos.
Sou executivo na Associação, sou funcionário, e na verdade eu não sou dono de indústria, sou um pequeno empresário e produtor rural, mas tenho toda a experiência para estar atraindo investimentos e gerando oportunidades e é com isso que a gente quer trabalhar na Câmara, defendendo a população, protegendo as famílias através do desenvolvimento econômico e da geração de empregos.

Tchequinho é executivo, militante há muito tempo na área da indústria e comércio, isso ajuda quando chegar na Câmara Federal?
Com certeza, por que há sete anos pelo menos uma semana por mês eu passo em Brasília, buscando solucionar problemas no Ministério da Agricultura, da Indústria e Comércio Exterior, Anvisa e outros assuntos pertinentes a indústria ou as empresas e os empreendedores. Resolvemos lá esses assuntos há muito tempo, além disso eu passei por um processo de formação. Eu recomendo visitar o site, chamado Renova BR. O Renova BR é um movimento nacional onde tem quatro mil inscritos para participar desse processo de formação de novos líderes na política brasileira. Neste processo somente 133 foram aprovados e eu sou um deles aqui em Goiás e essa formação nos ajudou muito a trabalhar agora na fase de pre-campanha e também na campanha eleitoral, para chegarmos lá em Brasília no próximo ano com condições de articular, de fazer propostas e de resolver realmente os problemas, como tentar resolver o problema da corrupção que assola esse país; melhorar o investimento na educação e na saúde, mas não só no volume que já é bastante grande, mas na aplicação direta desses recursos que precisam ser fiscalizados para melhorar a qualidade de vida da população.

Nós passamos recentemente por uma greve dos caminhoneiros e a economia brasileira foi prejudicada. Tendo um deputado experiente nessa área econômica pode ajudar evitar situações como essa?
É preciso cada vez mais que a população entenda a importância dos deputados eleitos e que é pelo voto que a população vai escolher. Portanto, que escolha candidatos que possam realmente representar os seguimentos produtivos e os segmentos populares. É preciso entender esses segmentos para poder defendê-los. Nós entendemos que esse movimento dos caminhoneiros ocorreu por conta do preço mais baixo do frete, há um excesso de caminhões hoje no mercado porque o país parou de crescer e a esperança era que continuasse se desenvolvendo, mas, pelo contrário, o país entrou em recessão. Então, nós precisamos fazer com que o país volte a crescer e para isso precisamos ter experiência, precisamos ter relacionamento e muito mais do que isso, ter credibilidade.

Falando de experiência e do seu trabalho para a instalação de grandes indústrias, quantos empregos o senhor ajudou a criar em Rio Verde?
No Brasil foram mais de 50 mil empregos que nós conseguimos, trabalhando, desde o interior do nordeste do Brasil, na cidade de Bom Conselho, com um laticínio da Batavo, com a Perdigão, na época, estendendo até pelo interior de São Paulo, Rio Grande do Sul e aqui na região. Com certeza foram mais de 20 mil empregos gerados em Rio Verde e região, sendo diretos e indiretos. Estamos no momento de crise e estou agindo pontualmente nas questões de alguns temores na industrialização em Rio Verde. Na segunda-feira estive com o Governo Estadual e com representantes de produtores rurais tratando desses temas e para tratar desse tema é preciso conhecer a fundo e, sem modéstia, eu conheço e é por isso que ofereço à população a pré-candidatura de quem conhece do agronegócio, da agroindustrialização e conhece do desenvolvimento econômico.

Chegando a Câmara Federal o senhor estará capacitado para trazer grandes empresas para Rio Verde?
Nós sentimos que as pessoas não sabem o tamanho que é Rio Verde para o mundo, nós aqui no hemisfério sul, em um raio de mil quilômetros, produzimos quase 50% do alimento comercial deste hemisfério, ou seja, precisamos destacar isso, criar aqui o centro de desenvolvimento da agricultura sustentável, da produção de alimentos e atrair cada vez mais investimentos, tanto em pesquisa como em tecnologia, como já vem ocorrendo. Precisamos impulsionar isso ainda mais e também atrair investimentos públicos e privados para agregar valor à nossa produção local. Agregação de valor é industrialização, é geração de empregos, de renda e de estabilidade nas famílias e tendo uma pessoa empregada na família, com certeza a situação melhora, tendo dois ou três ou quatro membros da família empregados dá uma sensação de estabilidade e de melhor qualidade de vida e é isso que a gente sabe fazer e vamos continuar fazendo na Câmara Federal.

Como que essa tecnologia que o senhor falou, vai ser trabalhada para a geração de empregos?
Estamos participando, juntamente com um grupo de investidores, com o poder público municipal e também com o Ministério da Agricultura num trabalho de trazer para Rio Verde um polo de cinema. Mesmo não sendo deputado, mas como executivo da Adial, temos buscado recursos para montar esse polo do cinema em Rio Verde. A indústria do cinema emprega desde o marceneiro, cinegrafista, até engenheiros mecatrônicos, além dos artistas. Partindo do princípio de escolinhas de cinema, de gravações de filmes que envolve salários e contratações, movimentando a economia e esse é um exemplo de tecnologia, porque se estamos buscando entregar a população condições de criar games, de estimular a criação de produtos oriundos da tecnologia. Este é apenas um exemplo, podemos citar outras questões como investimentos em equipamentos e máquinas agrícolas, ligados ao agronegócio. Temos trabalhado e conversado com vários investidores para assim que tivermos condições, trazer para Rio Verde e para região o que ela merece, que é agregar valor à produção local.

Tchequinho está capacitado para ser um bom deputado? O senhor está preparado para isso?
Acho que a minha história profissional demonstra que tenho um preparo para enfrentar um mandato na Câmara Federal. Minha vida toda foi buscar investimentos, ajudar implantá-los e isso precisa mediar os conflitos. Toda vez que você vai atrair novos investimentos tem toda a parte burocrática, as outorgas oficiais, é necessário negociar com o Governo, seja municipal, estadual ou federal, enfim, é uma gama de negociações e articulações e além disso, pelo Renova BR aqueles deputados que forem eleitos, certificados pelo Renova BR terão duas semanas de curso em novembro, para estudar e aprender como tramitar os processos, os projetos de leis e fiscalizar os investimentos públicos com eficiência e eficácia.
”Eu, além de ter uma vida profissional com a solução de problemas e atração de investimentos também estou estudando, ou seja, estou demostrando que estou participando de um processo de formação.”
“Tenho 50 anos e se Deus quiser, com 90 anos vou estar estudando porque ninguém pode parar de estudar, de aprender para ter melhores resultados, seja na vida profissional ou para a comunidade que atua.”

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